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UNA-SUS participa de seminário sobre arboviroses no RJ

Desde segunda-feira, 2, a cidade do Rio de Janeiro têm sido palco da Oficina Conjunta UNASUR/CPLP de atualização científica e tecnológica sobre febre amarela e outras arboviroses emergentes e reemegentes. O evento vai até sexta, 6.

 

Promovido pelo Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (CRIS/Fiocruz), o evento tem como objetivo fortalecer a capacidade dos Institutos Nacionais de Saúde da UNASUR e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), bem como dos órgãos do Ministério da Saúde envolvidos na prestação de serviços e formação de recursos humanos necessários à prevenção e controle de emergências sanitárias, com atenção especial às arboviroses.

 

A ideia é que, ao final do evento, seja apresentado um Plano de Trabalho para cooperação técnica entre os membros das redes RINS/UNASUR e RINSP/CPLP, incluindo análise da situação, compromissos dos institutos e recomendações aos ministérios. 

 

UNA-SUS compartilha

 

Na manhã desta quinta-feira, o secretário executivo da Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), Francisco Campos, participou de uma mesa na qual compartilhou a experiência e a atuação do Sistema UNA-SUS na qualificação e educação permanente dos profissionais de saúde.

 

Na apresentação Recursos para capacitação a distância em arboviroses, Campos trouxe informações importantes sobre o perfil dos profissionais de saúde matriculados e demais detalhes dos cursos relativos às arboviroses e ofertados pelo Sistema.

 

A UNA-SUS tem ofertado cursos relativos ao tema desde 2012, quando foi desenvolvido o primeiro curso sobre o manejo clínico da Dengue. De lá para cá, foram mais de 100 mil profissionais matriculados, presentes em 4.593 municípios, dos quais cerca de 50% são oriundos da Atenção Básica.

 

Cabe destacar que as ofertas da UNA-SUS sempre acompanham as necessidades da população e trazem as especificidades e atualizações de manejo preconizadas pelo Ministério da Saúde.

 

Quando o vírus da Zika e o da Chikungunya desembarcaram no país, por exemplo, não haviam muitos avanços na concepção de vacinas e poucas eram as respostas científicas para o tratamento. Com o adoecimento exponencial da população, se fez necessário pensar em ações de impacto imediato. Em poucos meses, a oferta dos cursos online de Zika e Chikungunya propiciou a qualificação dos profissionais para o melhor atendimento à população.

 

Não por acaso, o Zika: Abordagem Clínica na Atenção Básica foi o curso de maior adesão, na história da UNA-SUS, com 61.345 matrículas. Já o Manejo Clínico de Chikungunya, ocupa o terceiro lugar com 50.621 matriculados.

 

Fonte: SE/UNA-SUS

Foto: Sebastian Tobar